
Ibovespa hoje
- Mercados aguardam dados econômicos em meio a tensões entre EUA e Irã.
- Em queda no Brasil, dólar caminha para melhor semana desde outubro no resto do mundo.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Gol avança no fechamento de capital após adquirir 75% das ações PNs em OPA
Greve na Argentina: voos cancelados, jornada de 12 horas e contenção de protestos
Quarta paralisação geral do governo Milei tem adesão estimada em 90%, esvazia transportes, afeta bancos e aviação e ocorre no dia em que a Câmara debate reforma trabalhista já aprovada no Senado.
Barris de petróleo recuam em meio a tensões dos EUA com o Irã
Os preços do petróleo agora recuam, após subirem para o maior patamar em seis meses, com o presidente dos EUA, Donald Trump, alertando que o Irã tinha, no máximo, 10 dias para chegar a um acordo sobre seu programa nuclear, enquanto os EUA mobilizavam uma vasta gama de forças no Oriente Médio.
- Petróleo WTI, -0,56%, a US$ 66,06 o barril
- Petróleo Brent, -0,53%, a US$ 71,28 o barril
Bolsas da Europa sobem juntas
As ações europeias sobem ligeiramente nesta sexta-feira e estão a caminho de ganhos semanais, impulsionadas por uma melhoria generalizada nas perspectivas de lucros corporativos e pelo abrandamento das preocupações com a disrupção da inteligência artificial, enquanto as tensões geopolíticas mantinham o otimismo sob controle.
- STOXX 600: +0,19%
- DAX (Alemanha): +0,31%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,64%
- CAC 40 (França): +0,81%
- FTSE MIB (Itália): +1,09%
Bolsas da Ásia encerram dia na maioria em queda
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, após os três principais índices de Wall Street terem recuado durante a noite, pressionados pela queda das ações de crédito privado e pelas tensões entre Irã e Estados Unidos. O índice Kospi, da Coreia do Sul, atingiu nova máxima pela segunda sessão consecutiva, impulsionado por uma alta nas ações de semicondutores e do setor de defesa.
- Shanghai SE (China), fechado por feriado
- Nikkei (Japão): -1,12%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,10%
- Nifty 50 (Índia): +0,47%
- ASX 200 (Austrália): -0,05%
EUA: índices futuros avançam à espera de novos dados
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (20), enquanto investidores aguardam uma série de dados econômicos e uma possível decisão da Suprema Corte sobre as tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump. O mercado acompanha a divulgação do índice de Despesas de Consumo Pessoal (PCE), referente a dezembro, principal termômetro de inflação observado pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). A expectativa é de alta de 0,3% na comparação com novembro e de 2,8% na base anual. Também será divulgado o Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre, com projeção de crescimento de 3%.
- Dow Jones Futuro: +0,07%
- S&P 500 Futuro: +0,16%
- Nasdaq Futuro: +0,26%
Núcleo da inflação do Japão desacelera para nível mais baixo em dois anos
O núcleo da inflação anual ao consumidor do Japão atingiu em janeiro o menor nível em dois anos, igualando a meta de 2% do banco central, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, sugerindo um enfraquecimento da pressão dos preços que pode complicar a decisão sobre quando aumentar a taxa de juros. Um índice separado, considerado um indicador melhor da inflação subjacente, também desacelerou, mas permaneceu bem acima da meta do Banco do Japão, sugerindo que os sólidos ganhos salariais manterão o banco central no caminho de aumentar os custos de empréstimos, que ainda estão baixos. Os dados se somam aos recentes sinais contraditórios da economia, que cresceu muito pouco no último trimestre do ano passado mas viu as exportações dispararem e a confiança dos fabricantes melhorar neste ano. “Com as pressões dos preços mostrando sinais de enfraquecimento, o Banco do Japão não terá pressa em retomar seu ciclo de aumento dos juros. No entanto, ainda acreditamos que as condições estarão reunidas para que o Banco aumente os juros até meados do ano”, disse Abhijit Surya, economista sênior da Capital Economics para a região Ásia-Pacífico.
Abertura de mercados
Dados econômicos dos EUA ficam no radar nesta sexta-feira, em meio à intensificação das tensões entre os EUA e o Irã, embora permaneça o apetite por risco. Investidores aguardam a divulgação dos dados do Produto Interno Bruto dos EUA no quarto trimestre e do índice PCE, medida de inflação preferida do Federal Reserve. O crescimento econômico dos Estados Unidos provavelmente desacelerou para um ritmo ainda sólido no quarto trimestre devido às interrupções causadas pela paralisação do governo no ano passado e à moderação nos gastos do consumidor, embora se espere que os cortes de impostos e os investimentos em inteligência artificial impulsionem a atividade neste ano. As ações globais avançavam nesta sessão, mesmo diante de um potencial conflito entre EUA e Irã que ajudou a elevar os preços do petróleo a máximas em mais de seis meses. O presidente dos EUA, Donald Trump, estabeleceu um prazo de 10 a 15 dias para que o Irã feche um acordo sobre seu programa nuclear, ou “coisas realmente ruins” acontecerão. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, segue em Nova Délhi, onde visita o novo escritório da ApexBrasil. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com baixas
Investidores em Wall Street ficaram na defensiva diante de mais uma possível guerra que os EUA possam entrar, agora com o Irã. Os dados econômicos também seguem no radar, e amanhã sai o índice de preços de consumo pessoal, o famoso PCE, de olho em como podem impactar a política monetária do Federal Reserve. No meio disso tudo, o setor de tecnologia mantém as atenções sobre as avaliações das principais empresas. “Uma recuperação das ações de megacapitalização, juntamente com uma pausa na rotação e no padrão de diversificação que definiu o desempenho do mercado este ano, não seria surpreendente nas próximas semanas”, disse à CNBC Angelo Kourkafas, estrategista-sênior de investimentos globais da Edward Jones. “As vendas foram amplas e indiscriminadas e, em alguns casos, as avaliações já podem refletir um grau substancial de risco de ruptura em relação aos fundamentos atuais”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,54 | 49.395,16 |
| S&P 500 | -0,28 | 6.861,89 |
| Nasdaq | -0,31 | 22.682,73 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com altas ao longo da curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,295 | -0,020 |
| DI1F28 | 12,605 | 0,005 |
| DI1F29 | 12,670 | 0,010 |
| DI1F31 | 13,115 | 0,035 |
| DI1F32 | 13,275 | 0,040 |
| DI1F33 | 13,365 | 0,045 |
| DI1F35 | 13,435 | 0,050 |
Dólar comercial fecha em baixa de 0,25%
O dólar comercial voltou a descer diante do real, após a alta da véspera. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,21%, aos 97,91 pontos.
- Venda: R$ 5,227
- Compra: R$ 5,227
- Mínima: R$ 5,215
- Máxima: R$ 5,253
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PCAR3 | -9,82 | 3,03 |
| RAIZ4 | -7,46 | 0,62 |
| WEGE3 | -3,78 | 51,37 |
| ASAI3 | -1,87 | 9,46 |
| USIM5 | -1,58 | 6,22 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| AXIA6 | 6,94 | 66,54 |
| HAPV3 | 6,62 | 10,79 |
| AXIA3 | 4,44 | 61,18 |
| RDOR3 | 4,23 | 44,64 |
| BRAV3 | 3,31 | 18,74 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 66.723 | 1,67 |
| BBAS3 | 57.444 | 2,48 |
| BBDC4 | 55.408 | 2,01 |
| VALE3 | 50.655 | 0,20 |
| AXIA3 | 48.389 | 4,44 |
Ibovespa terminou ontem com alta de 1,35%, aos 188.534,42 pontos
- Máxima: 188.687,12
- Mínima: 185.927,99
- Diferença para a abertura: +2.518,11 pontos
- Volume: R$ 29,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (16): Carnaval
- Terça-feira (17): Carnaval
- Quarta-feira (18): -0,24%
- Quinta-feira (19): +1,35%
- Semana: +1,11%
- Fevereiro: +3,95%
- 1T26: +17,01%
- 2026: +17,01%
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